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Excelência no Trabalho

Tendências para ‘ficar de olho’

Consultoria WGSN – Worth Global Style Network, uma das líderes mundiais em previsão de tendências, com uma equipe de especialistas nos cinco continentes, procura, segundo seu slogan, “descobrir o que vai acontecer amanhã para que se possa tomar decisões inteligentes hoje”

            Uma coisa clara, conforme o mapeamento atual de tendências da WGSN, é que a tecnologia é irreversível, mas o ‘fio condutor’ é a valorização do fator humano, este cada vez mais presente. Isto é, quando se fala do que virá, ainda se associa muito à tecnologia, mas, sem excluí-la, é claro,  todas as tendências possuem um caráter humano embutido.

            A WGSN indica quatro principais tendências para as empresas ‘ficarem de olho’ em 2018:

1ª macrotendência: A valorização do aprendizado e da criatividade

            Graças à conectividade digital, nunca tantos países tiveram acesso à educação como hoje. E na evolução desses novos caminhos do conhecimento, nasce um desejo das pessoas por aprender em novos lugares. Com menos trabalho braçal e mais tempo livre, no futuro, a busca para o preenchimento destes ‘novos espaços’ se dará com educação e lazer, onde as escolas e bibliotecas – online e físicas – serão meios para proliferar o pensamento criativo e, também, propiciar momentos de entretenimento.

            As viagens de ‘bleisure’ – em que há a mistura de negócios (business) e lazer (leisure) – transformarão a força de trabalho. As empresas não só fornecerão vantagens para estender as viagens a negócios, mas, também, encontrarão formas de manter seus resultados, testando semanas de expediente mais curto, com o intuito de facilitar o equilíbrio entre a vida profissional e a pessoal de seus colaboradores.

            As marcas irão contratar mais ‘acadêmicos’, como filósofos, historiadores e estudiosos para trabalhar de casa e, consequentemente, acrescentar novas dimensões de inteligência ao mercado. Por fim, os intelectuais digitais adotarão as mídias sociais, a tecnologia inovadora e as práticas modernas de bem-estar, com intuito de abrir suas mentes e aguçar as ideias.

2ª macrotendência: A valorização da intuição e das emoções

            Ao contrário do movimento que retrata um mundo movido por dados, para os próximos anos, a tendência será a de voltar a confiar em nossa intuição.

            Tendo em vista, também, que a economia global sempre oscila, o uso do instinto, para muitos, será pensar a longo prazo, como desenvolver recursos sustentáveis e buscar soluções na natureza e em outras espécies.

3ª macrotendência: O relacionamento cada vez maior das pessoas com a tecnologia

            Essa tendência aprofunda a nossa fascinação pela tecnologia e experiências tecnológicas. Em um futuro próximo, ultrapassaremos nossa condição humana, acessando estados hiper-humanos. Vamos aproveitar os poderes dos dados e da inteligência artificial para transformar nossas vidas para melhor, experimentando seus benefícios, e, ao mesmo tempo, para investigar seus lados mais obscuros.

            Os dados e estratégias da inteligência artificial serão os principais motivadores da inovação e do crescimento nas empresas, assim como foram as estratégias da internet no passado. Os dados serão o novo ‘combustível da indústria’, e a Inteligência Artificial será a nova ‘eletricidade’ na era das utilidades digitais.

4ª macrotendência: A conexão ‘Glocal’, em que o ser humano é  globalizado, ao mesmo tempo que valoriza suas origens

            Haverá um aumento na multilocalidade. Desta forma, passaremos a nos sentir em casa nos mais diversos lugares e, também, seremos inspirados por diversas épocas. As tensões entre os países, o nacionalismo e uma visão mais global ainda estarão presentes, mas, mesmo assim, será possível observar um aumento com relação ao sentimento de que a cultura pode ser mais forte que a própria localidade. Além disso, surge uma maior consciência da compreensão do ‘multilocal’ – sentimento de identidade formado por uma diversidade de lugares, experiências e culturas – e a cultura urbana exemplifica isto: ela é local, é global e suas influências vão além da cidade e da nação.

            Esgotados das cidades, os da Geração Y, os millennials, optarão por ‘subúrbios urbanos’, espaços suburbanos, mas com aspecto urbano, que incluem comunidades abertas, vizinhanças multiculturais, áreas verdes e modelos de habitação flexíveis. Neste novo estilo de vida, os novos formatos de consumo serão voltados para as pessoas que fazem grandes trajetos para o trabalho. A ideia é que haja uma revolução em termos de transportes, com veículos automáticos e ‘estações fitness’ móveis.

            Enfim, vale uma reflexão sobre estas macrotendências, apontadas pela Consultoria WGSN – Worth Global Style Network, já que não considerar o que, provavelmente, está por vir, é o mesmo que ficar para trás.

Emílio Da Silva Neto

Doutor em Engenharia e Gestão do Conhecimento

Curriculum Vitae: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4496236H3

Tese de Doutorado: http://btd.egc.ufsc.br/wp-content/uploads/2016/08/Em%C3%ADlio-da-Silva.pdf

Industrial, Consultor, Conselheiro, Palestrante e Professor

Sócio da ‘3S Consultoria Empresarial Familiar’

(especializada em Processo Decisório Colegiado, Governança, Sucessão,

Compartilhamento do Conhecimento e Constituição de Conselhos de Família)

emiliodsneto@gmail.com

47 9 9977 9595

Fonte: http://www.jaraguaam.com.br/blogs/governanca-sucesso-na-empresa-familiar/tendencias-para-ficar-de-olho

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