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Governança Empresarial Familiar

Declínio e turnaround(*) de empresas – Parte 1 de 2 – declínio

Para o escritor R. Hoffman, em seu artigo ‘Strategies for corporate turnarounds: what do we know about them ?’ (Journal of General Management, n 46, p. 46-66, 1989), há três fronteiras que podem ser estudadas, quando o assunto é ‘declínio’ no desempenho de uma empresa: 1) declínio organizacional; 2) recuperação da empresa e 3) falência

(*): ‘a volta por cima’

Inspiração:

Dissertação de Mestrado de DOUGLAS LUÍS TRÊS

(“Declínio e Turnaround: um estudo de caso em uma empresa familiar-Dudalina”)

UFSC, 2010

 

                       Define-se, aqui, ‘declínio’ organizacional como a falta de consciência das ameaças do ambiente (interno ou externo), associada ao desconhecimento das fraquezas da organização ou a adoção de medidas pouco eficientes para contornar os problemas.

            Grande parte das empresas que entram na fase de ‘declínio’, debatem-se perante problemas relacionados, principalmente, ao seu fluxo de caixa, o que exige rapidez e eficiência na tomada de decisão.

            Três são as principais causas do ‘declínio’ de uma empresa:  dificuldades na sucessão, passagem do estágio do produto e falta de inovação na dinâmica dos processos. E estas causas podem afetar tanto as pequenas como as grandes empresas. Quanto a isto, vale lembrar o que dizem os pessimistas (“… quanto mais alto, maior o tombo” … e, por isso, desistem) e os otimistas (“… quanto mais alto, melhor a visão” … e, por isso, persistem).

            Em outras palavras, o ‘declínio’ acontece quando a organização atinge o limite da oferta de seus produtos e serviços à sociedade, quando há a deterioração na habilidade dos gestores (fundadores e sucessores) em compartilhar conhecimentos e experiências pessoais para a adequação a novos contextos ou quando não se logra mais êxito no aumento da participação no mercado. Ainda, quando há estagnação por passividade   (‘o problema está fora da empresa’) ou inflexibilidade (‘sempre foi assim, por que inventar ?’) e encolhimento por perda de competitividade (em preços, produtos, serviços, qualidade e imagem).

            Os estágios progressivos para o ‘declínio’ podem ser expressos em: atrofia empresarial, vulnerabilidade, perda de significado e interrupção das atividades.

            Na visão de W.G. Scott (“The management of decline, Conference Board Record, p. 56-59, jun, 1976), é necessário injetar energia humana e financeira numa empresa em ‘declínio’, pois esta se assemelha a um modelo orgânico que, quando doente, necessita de cuidados e assistência especiais.

            Por sua vez, Daniel Katz e  Robert Kahn (“The Social Psychology of Organizations”. John Wiley and Sons, Inc., 1966) e W. BUCKLEY (“Sociology and modern systems theory”. Englewood Cliffs, 1967) ensinam que o ‘declínio’ numa organização ganha proporções maiores quando as ações estratégicas adotadas pela empresa não são suficientes para repor a energia que a organização requer, do mesmo modo que o não entendimento da real complexidade do ambiente pode levar os gestores a uma leitura errada da situação. Neste caso, para os autores, o ‘declínio’ pode acentuar-se e a falência é inevitável.

            Enfim, o tema  ‘declínio empresarial’ envolve uma amplitude de conceitos, abordagens,  ações estratégicas e conexões multidisciplinares que se não bem aplicados (e a tempo) dificultam, em muito, uma eventual ‘volta por cima’ (turnaround) da empresa em questão.

            Na parte 2 deste texto, serão aprofundadas algumas causas do ‘declínio’ e apresentadas algumas soluções interessantes para a reversão positiva da situação, algo muito desejável, pois vive-se num país de ambiente inóspido a negócios, a par do espírito empreendedor brasileiro, o que pode ser comprovado por estatísticas, como a do IBPT-Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação, de 2013: a idade média das empresas brasileiras é 8,7 anos, menos de 25% passam dos 14 anos de vida e apenas 1% dos 70 anos.

            Nada surpreendente, pois se sabe, há muito, o quão duras são as condições em que as empresas brasileiras atuam. Imersas em um ambiente econômico marcado pelas inseguranças política e jurídica, carência infraestrutural, baixa qualificação de pessoal e  humores ‘extremo-pendulares’ do mercado, as empresas brasileiras precisam, ainda, manter-se atentas para não se perder pela falta de planejamento e foco. Assim, muitas delas costumam dedicar a maior parte de sua energia à simples tarefa de sobrevivência, lidando com questões do dia a dia, sem que possam ceder tempo, recursos financeiros e pessoal para o planejamento a médio e longo prazos.

            Somente se a gestão for eficaz, a empresa tem boas possibilidades de seguir saudável por vários anos. Mas só isto não basta para lhe garantir a permanência no mercado. Muitos empreendimentos dele são alijados, não porque são mal administrados, mas porque seguem um padrão de comportamento que, embora satisfatório no presente momento, lhes impede, mais tarde, de identificar mudanças de mercado, adaptar-se a elas e encontrar formas próprias de se manter competitivas (vide, abaixo, a relação de algumas empresas tradicionais da região norte de Santa Catarina, que desapareceram).

            Enfim, é possível, sim, às empresas brasileiras fugir do ‘declínio’, potencializando seu patrimônio material e humano e ganhando, com o tempo, força e escala para crescer e se consolidar, mesmo em meio às turbulências do ambiente inóspido do Brasil.

 

EMPRESAS TRADICIONAIS DE JARAGUÁ DO SUL QUE DESAPARECERAM

ALBRECHT GUMZ – Comércio, frios, açougue. Início 1920

ALEX HAACKE (Abatedouro e Comércio)

ALVARO NEVES – Engenho de Arroz

ALVARO NEVES – Fábrica de chapéu e palha

ANTONIO MUELLER. Comércio e Abatedouro – Garibaldi

BEBIDAS MAX WILHELM S.A.

BERNARDO MEYER S.A. – Laticínios

BERNARDO GRUBBA S.A. – Engenho de arroz, Lacticínios, Comércio e Agente Bancário.

BRANDENBURG S.A. – Comércio e Fábrica de vinagre

CAFÉ BAUER S.A.

CAFÉ JUTTE

CEREALISTA PIWEDO LTDA – Engenho de arroz

CEREALISTA IRMÃOS ZANGHELINI (Nereu Ramos)

CERVEJARIA WILHELM WALTER – Cachaça Velha

CORTUME SCHMIDT S.A.

CORTUME SPLITTER

CUTELARIA JARAGUÁ LTDA – Facas, canivetes…

EUGENIO GASCHO – Comércio e Abatedouro. 1935/1940 desativada em 1980.

EMPRESA DE RTANSPORTES FRENZEL

FÁBRICA DE ACOLCHOADOS MAYER

FÁBRICA DE BALAS SCHMIDT

FABRICA DE REFRIGERAÇÃO KARSTEN – Balcões frigoríficos

FABRICA DE PARQUET / Tacos Rubini

FABRICA DE PERSIANAS ENGLER

FABRICA DE POLVORA (Power Pernambuco)

FABRICA DE BEBIDAS BOSS X HASS

FABRICA DE CALÇADOS MENDONÇA

FABRICA DE CHARUTOS (BUTZKE e GRUBBA)

FABRICA DE CHAPÉUS E BOLSAS CAPRI – Ráfia

FABRICA DE CONSERVAS “ARREBOL” (Becker & Cia. Depois Alfredo Schulz. Depois Moussa Nacle)

FABRICA DE VELAS FREDERICO MÖELLER

FABRICA DE VELAS SEMI MATTAR

FABRICA DE PERSIANAS EMMENDÖERFER

FÁBRICA PASTA MECANICA – Papelão GASCHO/SCHMIDT

FAMILIA MEIER. Comércio e Abatedouro de suínos e gado. Garibaldi, desativada em 1970.

FAMILIA BARTEL – Cerâmicas (Olarias)

FERRARIA LESSMANN – Fábrica de ferramentas

FOTO LOSS – Comércio

FRANCISCO MODRO – Chapéus de palha e ráfia

FECULARIA RIO MOLHA. (Emmendöerffer)

GEORG WULF (imigrante Húngaro) – Comércio, Engenho de Farinha, Abatedouro de suínos. Início 1890.

HERMANN MATHIAS – Comércio, Laticínios, Madeira, Eng. De Açúcar, Fábrica de Charutos. Rio da Luz – 1870.

H. RISTOW – Comércio Atacadista e Representações

INDUSTRIA DE CALÇADOS GOSCH LTDA

INDUSTRIA E COMERCIO GUILHERME RADUENZ

INDUSTRIA E COMERCIO ROEDER. Desativada em 1960.

JARAGUÁ FABRIL S.A. – Tecelagem

LEOPOLDO GRUBBA – Engenho de Arroz e Autopeças

LOTHAR SOHHNENHOHL – Comércio

LUIZ KIENEN BEBIDAS LTDA – Bebidas

MADEREIRA BREITHAUPT S.A. (Walter Breithaupt)

MALHARIA DALCÉLIS (funcionários assumiram para salvar salários)

MALHARIA JARAGUÁ (Sasse)

MALHAS CYRUS S.A. – Malhas

MANOEL F. D COSTA – Comerciante Matriz e Filial de São Francisco.

MARQUARDT & CIA – Malhas

OSWALDO BLOEDORN – Uma das primeiras empresas de ônibus de Jaraguá do Sul. 1940 a 1970.

OTTO HIENDLMEYER – Alambiques

REINOLDO RAU – Comércio

SCHULZ – Materiais de Construção

SERRARIA EMMENDÖRFER

SILVINO FRANZNER – Engenho de Arroz

STUBBER S.A. – Comércio

TECELAGEM GUNITEX S.A.

TEXTIL JARITA S.A. – Malhas

TRANSPORTADORA ANDORINHA (BARG X …)

TRANSPORTADORA ERWINO GRANKOW

TRIBRASIL – Fábrica de Metros.

VITÓRIO LAZZARIS – Indústria de Móveis depois transporte.

WALTER MARQUARDT – Comércio e Abatedouro de suínos e gados. Garibaldi, 1984, desativada 1980. Comprou de Georg Wolf.

EMPRESAS TRADICIONAIS DE CORUPÁ (ENTÃO DISTRITO DE JS) QUE SESAPARECERAM

FABRICA DE ESPUMAS (BEAUMBLE)

TECELAGEM VITÓRIA (STEINGRAEBBER)

CERVEJARIA WULFF

ALFREDO LANGUE – passas e bananas

IRMÃOS MAFEZZOLLI – Exportação de bananas

EMPRESAS TRADICIONAIS DE JOINVILLE QUE DESAPARECERAM

AMBALIT (Curt Colin) + (Baschung)

ARP S.A. – Tecelagem e Confecções

BENNACK (Metalúrgica Joinvilense)

BERNARDO STAM – Exportador de Pinho, Laminados e madeira nobre e Compensados de pinho.

BRADT – Madeireira e fabricação de esquadrias de madeira.

CASA DO AÇO – H. CARLOS SCHNEIDER & CIA – Fundação 1881

CERVEJARIA CATARINENSE

CIPLA  – Nas mãos dos Battchauer.

COLIN – Fiação, Tecelagem, Cadarços.

COLIN – Engenho de Arroz (Rua Otto Boehm)

COMÉRCIO E INDÚSTRIA GERMANO STEIN S.A. – Café, massas, balas, conservas, moinho de trigo, ferragens, maquinas, veículos, representações e Atacado.

COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES DOUAT S.A. (Matarazzo)

COOPERATIVA AGRÍCOLA MISTA DONA FRANCISCA RESP. LTDA – Usina de açúcar, Aguardente,  Serraria, Fecularia.

CORTUME KUEHNE

DOUAT – Fundição

EMILIO STOCK – Olaria (Jarivatuba) e Comércio de importados finos – charutos

ESCOLA TÉCNICA DE COMÉRCIO JOÃO MARTINS VERA (Sogro de Oswaldo C. Santiago)

ESQUADRIAS DE AÇO HARDT

FAMILILIA REINERT – Frios diários a partir de carne suína

FABRICA BISCOITOS RAINHA S.A.

FABRICA DE BISCOITOS PERY (Fam. Prohmann)

FÁBRICA DE INSTRUMENTOS MUSICAIS PERINI

FÁBRICA DE MÁQUINAS RAIMANN

FÁBRICA DE MÁQUINAS DE LAVAR ROUPA (MONICH/MUSCHELLACK)

FÁBRICA DE MÓVEIS E ESTOFADOS H. BUERGER

FÁBRICA DE CARRETEIS SANTA TEREZINHA (ADEMAR GARCIA)

FIAÇÃO JOINVILENSE S.A.

FLEISCHER – Tecelagem e Factoring.

GROSSENBACHER – Fiação de Cadarços

GROEGEL – Construtora

GRUBBA – Malharia e Confecções Rainha

GUGELMIN – Madeireira

IRMÃOS BATISTA

JORDAN – Atacado, Exportação de Mate, veículos

JORGE MAYERLE – Comércio e Atacado

KAESEMODEL (GOTHARD) – Lixas e colas

KELLER – Construtora

KRELLING IRMÃOS – Fábrica de ferramentas agrícolas e frigideiras

KUPSCH – Fábrica de Espumas

LEPPER – Ferragens

LEPPER – Serviços portuários, comércio de madeiras, exportação de pinho.

LUDWIG LUETH – Construções metálicas Metalueth

LUMIER (CASEMIRO SILVEIRA/MONICH) – Confecções

MALHARIA IRACEMA S.A. (Schroeder)

MALHARIA ARACY LTDA (Willimar Ghoor)

MALHARIA NERISE LTDA. (Perini)

M. LEPPER & CIA S.A. – Maior exportadora de Pinho

MAEHL – Fábrica de bombas

MEIER – Fábrica de meias Centauro

MALHARIA MANZ – Vendida e em falência (hoje com Ivo Goulart)

MARQUARDT – Malharia (primos dos de Jaraguá)

MOTORES NÁUTICOS STOLL

MOTORES NÁUTICOS STRAUHS

MUER – Fundição

PARUCKER & IRMÃOS – Funilaria

SCHMALZ (NYLONSUL) – Confecções

STEUERNAGEL – Massas alimentícias

TECELAGEM PIRABEIRABA – Sacaria de algodão

TIPOGRAFIA BOEHM

THROM & MIERS – fábrica de pinceis e escovas

TRINKS & CIA – Veículos

URBAN – Fábrica de essência para perfumes, sabonetes.

URBANO GERN – Transportes marítimos – 3 navios (Urbano, Boa Vista e Catarina)

VOEGEL – Esquadrias de ferro, artística de móveis

VOLGESANGER – Serrarias (ao lado do Hospital D. Helena)

WETZEL S.A. – Sabão em barra, velas ornamentais, cera para assoalho

WETZEL – Sabonetes e florais (primos dissidentes da Wetzel S.A.)

ZIMATH – Açougue e distribuição de gado para abatedouros

 EMPRESAS DE BLUMENAU QUE FECHARAM

ACISA – Van De Menne – Autopeças

BAR E RESTAURANTE E CONFEITARIA SOCHER S.A.

BAZAR FUCHS

CALÇADOS VETTERIE

CASA BANCARIA AGRÍCOLA (BANCO AGRÍCOLA)

CASA BÜERGER – Confecções

CASA CARLOS KOFFKER (Supermercado)

CASA COELHO

CASA DE CALÇADOS DE UDO SCHADRACK

CASA DO AMERICANO (Revendedor Ford)

CASA FLESCH (Alfonso M. Flesch & Cia)

CASA KIECKBUSCH

CASA MOELLMANN – Materiais de construções e artigos têxteis para turistas

CASA PAMPLONA

CASA PEITER – Tradicional empresa de comércio de roupas, tecidos e artigos para casa

CASA ROYAL

CASA HUSADEL

CASA WILLY SIEVERT S.A. – Comércio e Atacado

CETIL PROCESSAMENTO DE DADOS

CHAPÉUS NELSA – Chapéus de Feltro

CIA JANSEN – Laticínios, Frigorífico

CINE BLUMENAU

CINE BUSCH

COMERCIAL BRANDES REINER LTDA

COMERIAL GROSSEMBACHER – Comércio e atacado de Ferragens

COMERCIAL MOELMANN

COMERCIAL RUDOLFO PFUETZENREITER (considerado o maior supermercado de SC)

COMERCIAL SALINGER – Fábrica de Artefatos de Madeira

COMERCIAL VICTOR PROBST – Materiais de Construção

COMPANHIA JANSEN

COMPANHIA LORENZ

COMPANHIA MELHORAMENTOS DE BLUMENAU

CONFEITARIA TOENJES

CURTUME OTTE – Couros

DISTRIBUIDORA CATARINENSE DE TECIDOS

EXPORTADORA DE MADEIRAS

FABRICA DE CHOCOLATES SATURNO S.A. (fundada em 1923)

FABRICA DE GAITAS HERING

GRAHL S/A IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS (carretas, trucks…)

H. RUEDIGER & FILHOS

HAPPY MAN – Falência

HERING BRINQUEDOS

HERMES MACEDO S.A.

INCARMA – Fábrica de brinquedos de madeira

INDUSTRIA DE MÓVEIS IDEAL

INDUSTRIA COMERCIO HERMANN WEEGEE

KUMM & CIA LTDA (Transporte coletivo)

LIVRARIA BLUMENAUENSE

LIVRARIA CARL WAHLE

LIVRARIA E TIPOGRAFIA BLUMENAUENSE – Falência

LOJAS HERING – Loja de Departamentos

MAFISA

MAGAZINE PAULISTA

MAJÚ – Malharia (massa falida adquirida pela Marisol)

MALHARIA MAJU

MALHARIA THIEMANN

MAQUINAS SCHADRACK – Cortadores de grama

MERCANTIL E INCORPORADORA RABE S.A.

METALÚRGICA ZIMMERMANN

MÓVEIS ROSMARK (Industria Moveleira)

MUTUA CATARINENSE DE SEGUROS

NEON IMPERIAL LTDA (Luminosos e gás neon)

PORCELA CONDESSA – Porcelanas

PROSDÓCIMO S.A.

PUDIM MADEIROS – pó para pudins, anilinas comestíveis

RUDOLFO KANDER – Comércio de tecidos e fábrica de confecções

SUL FABRIL – Massa Falida

SUPER MERCADO LTDA.

TECELAGEM UNIÃO – Tecidos

TRANSPORTADORA BLUMENAUENSE

UTILAR S.A. (Antiga Lojas Zadrosny) Eletrodomésticos

ZINTEX – INDUSTRIA TEXTIL LTDA

Eng Emílio Da Silva Neto  Dr. Eng.

Doutor em Engenharia e Gestão do Conhecimento,

Industrial, Consultor, Conselheiro e Professor

[email protected]

Fonte: http://www.jaraguaam.com.br/blogs/governanca-sucesso-na-empresa-familiar/declinio-e-turnaround-de-empresas-parte-1-de-2-declinio-2

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